Histórico da Mãe

quarta-feira, 29 de abril de 2009

NÃO DEIXE DE CONFERIR:

http://maecarmendeoxala.spaces.live.com/blog/
Postado por ASSOBECATY - Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá às 08:08 Nenhum comentário:
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)

Muito Prazer, Carmen de Oxalá!

Por ser filha carnal de Mãe Quiná de Yemanjá, desde menina Mãe Carmen de Oxalá dedicou-se á religião. Nesta época começou sua iniciação religiosa através de Pai Cleon de Oxalá, babalorixá de renome no Estado do Rio Grande do Sul. A influência de Pai Cleon, seu orientador espiritual, contribuiu para sua formação religiosa. Mãe Carmem recebeu a proteção natural do Pai Oxalá, desde então o seu envolvimento com a valorização dos cultos afro-brasileira foi constante.
Com falecimento de Mãe Quiná, em 2000, assumiu as responsabilidades da Assobecaty. A entidade trabalha religião, comunicação, gênero e saúde. Mãe Carmen iniciou o trabalho na área da comunicação, com uma coluna informativa no Jornal Guaibense, no município de Guaíba-RS. Desde então o terreiro é referência nesta área, sendo o primeiro terreiro a trabalhar a comunicação. Iniciou com a Rádio Comunitária Estúdio FM, prosseguiu com o Programa Conexão Afro vinculado na internet, o Jornal Conexão Afro e o portal.
Nesta trajetória, começou a cursar Psicologia, sendo uma pesquisadora acadêmica da religião, a entrada na faculdade abriu muitas portas. No ano de 1999, representou o Rio Grande do Sul no II Festival de Alabê, Xicarangoma e Runtó, na Bahia, promovido pela Fundação Palmares e Ylê Opô Afonjá.
Em 2006 retornou a Salvador para participar do Encontro Nacional de Mulheres Negras Urbanas e Rurais Quilombolas, organizado pela Conen. Na universidade participou da pesquisa do Professor Filosofo Roberto Jair Bastos da Cruz, no projeto de pesquisa “A criação do mito através da mente humana: um estudo comparado das culturas gregas e africanas na visão de Ernst Cassirer”.
No evento da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), em outubro de 2002, apresentou a pesquisa, Religiões Afro-brasileiras: uma visão antropológica. E outra oportunidade, na ULBRA, unidade São Jerônimo, apresentou a pesquisa, A permanência dos orixás na dimensão mítica – religiosa do homem afro-rio-grandense em Ernst Cassier.
Além das pesquisas acadêmicas, Mãe Carmen participa do Movimento Negro do Rio Grande do Sul. Está presente nas reuniões do Conen e Codene, no Codene está na segunda gestão como conselheira, foi indicada por algumas organizações da sociedade civil para concorrer à presidência do órgão em 2006.
A yalorixá tem um pouco da sua história contada no livro Mulheres do Rio Grande do Sul - Diversidade, no capítulo destinado para representar a etnia negra do estado, Mulher afro-gaúcha: negritude a flor da pele. Hoje, Mãe Carmem de Oxalá tem dedicado-se ao estudo da psicologia, aliando o conhecimento teórico dos problemas comportamentais com a experiência da religião.

Arquivo do blog

  • ►  2010 (1)
    • ►  agosto (1)
  • ▼  2009 (1)
    • ▼  abril (1)
      • NÃO DEIXE DE CONFERIR:
  • ►  2008 (1)
    • ►  dezembro (1)
Tema Viagem. Imagens de tema por mammuth. Tecnologia do Blogger.